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3 razões para investir em criptografia em cloud computing

Pagamentos, consultas, compras e demais transações financeiras via internet estão cada vez mais comuns. Essas foram as atividades mais praticadas, em 2014, por 25% dos 94.236.661 entrevistados da pesquisa TIC Domicílios e Usuários, do NIC.BR (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) ao usarem a rede mundial de computadores. Para facilitar a vida de diversos usuários brasileiros o CMN (Conselho Monetário Nacional) autorizou em abril de 2016 bancos a abrirem e fecharem contas via internet. Com essa quantidade de informações trafegando na internet, e de uns anos para cá, alocadas em nuvens, medidas de segurança como a criptografia tornaram-se imprescindíveis.

“A ideia é proteger para que ninguém entre no circuito e use essas informações maliciosamente”, explica o diretor executivo da Penso Tecnologia, Thiago Madeira de Lima. A opinião é compartilhada pelo engenheiro sênior de vendas da Dell Brasil, José Ricardo Ribeiro. “A criptografia impede que os dados sejam acessados por pessoas não relacionadas a empresa. As permissões ocorrem apenas com autorização.” É possível, ainda, controlar e proteger o acesso mesmo quando o usuário não está na empresa.

A primeira pergunta a ser feita ao cliente para definir a contratação de cloud computing é ajudá-lo a identificar a criticidade da aplicação que será levada para a nuvem, afirma do CMO da Corpflex, Marcos Andrade. A partir da resposta é possível definir o nível da criptografia a ser utilizada a fim de garantir a segurança dos acessos aos usuários.

  1. Armazenamento seguro. Como as informações ficam na nuvem, elas se tornam sigilosas, afinal o e-commerce, por exemplo, de onde o usuário compra não tem acesso a elas.
  2. Mesmo com dados sob sigilo, a criptografia, permite que os dois lados da compra estejam seguros de conversarem com os donos dos dados e não serem vítimas de fraude.
  3. Segundo o diretor executivo da Penso Tecnologia, o cliente deve saber que a criptografia é mais uma peça em um processo para proteção do que facilidade. Ribeiro reforça a tese, explicando que as empresas devem se preparar – e se preocupar – com vazamento de informações, pois muitas companhias não possuem um controle do que pode ou não ser copiado na nuvem. Há casos de grupos que têm seus backups na nuvem disponível para um ex-funcionário que ainda tem acesso àqueles dados.

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