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Como superar o desafio da conectividade em offshore

Soluções IoT (Internet of Things) estão provando seu valor para todos os segmentos de mercado. Com a capacidade de se conectar e transmitir dados relevantes e atualizados, elas já despontam em locais altamente exigentes para seu pleno funcionamento, como em alto mar.

Plataformas de extração de petróleo e gás recebem soluções IoT para otimizar seus resultados. Afinal, mesmo estando implantadas em alto mar, suas atividades não param e com isso um grande volume de dados é gerado e processamentos são feitos a todo momento.

Como benefício do uso de Internet das Coisas, as empresas offshore alcançam melhor gestão da produção de ponta a ponta. Isso significa um monitoramento assertivo e em tempo real das instalações e estruturas, eficiência produtiva, redução de custos e a possibilidade de tomar decisões baseadas em dados a qualquer momento.

Sensores instalados em equipamentos monitoram em tempo real a temperatura, vazão e pressão da tubulação, por exemplo. Dados coletados são armazenados em data centers ou transferidos para salas de controle para processamento e análise, o que melhora a precisão e a velocidade da tomada de decisões para um nível mais alto de eficiência operacional, evitando uma temida parada não planejada na operação.

Para que as soluções IoT em empresas offshore funcionem plenamente – 24 horas por dia, 7 dias por semana – é necessário haver conectividade confiável e rápida durante as operações. Neste momento, empresas do mundo todo têm encontrado nos satélites uma solução para fornecer conexão em plataformas de extração de petróleo e gás.

Conectividade de soluções IoT em alto mar

Manter um alto nível de confiabilidade de serviço é um requisito essencial para implantações eficazes de Internet of Things. Isso ajuda a explicar a estimativa de 10% de crescimento na capacidade de uso de dados via satélite até o ano de 2024, de acordo com um estudo da Euroconsult. Esse aumento acontece no Brasil e México, principalmente, uma vez que os dois países representam mais da metade da demanda desse tipo de tráfego de dados.

Serviços móveis globais de satélite atendem locais em que a telefonia regular não alcança em termos de cobertura, como é o caso das plataformas offshore.

A transmissão de dados neste caso é feita por meio de uma rede que conta com satélite, terminais VSAT (Very Small Aperture Terminal) e hub. Esta estrutura complexa além de permitir a comunicação entre locais remotos, também gerencia, controla e trata os sinais transmitidos.

Data centers descentralizados

Uma das soluções paralelas a toda inovação une elementos da forma tradicional de armazenar dados com novas tecnologias. Algumas empresas preferiam manter todos os dados em data centers fixos, localizados onshore. Apesar da segurança e facilidade de manutenção, algumas tarefas offshore poderiam sofrer com atrasos e dificuldades de acesso.

Para solucionar a questão, empresas de extração de petróleo e gás já podem utilizar data centers descentralizados que não são de missão crítica, instalados em cada plataforma. Já os aplicativos de missão crítica, que necessitam de execução ininterrupta e ambiente controlado, continuam funcionando em data centers onshore.

Com aplicações de dados nos devidos ambientes, as empresas economizam dinheiro e otimizam a produtividade, com acesso instantâneo dos funcionários aos dados armazenados.

Parceiro de tecnologia para transformação digital

Não há dúvida de que a transformação digital chegou de vez para aumentar a eficiência nos negócios de empresas offshore. Porém, conectividade para soluções IoT e armazenamento de dados precisam de máximo cuidado para não haver interrupção nas atividades do dia a dia.

Isso quer dizer que a escolha do parceiro de tecnologia tem de ser criteriosa. Com atendimento a mais de 300 municípios nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, a Altarede Corporate   foi pioneira na entrega de internet e soluções de dados em alta velocidade via fibra óptica no interior do RJ.

Altamente capacitada para o desenvolvimento de soluções utilizando tecnologias de ponta, a empresa está presente nos principais datacenters do Rio de Janeiro e São Paulo e nos pontos de troca de tráfegos (PTT/NAPs) do Brasil e do mundo através de sua rede óptica e cabos submarinos, além de, tecnologia satelital em parceria com player mundial do segmento.

Seus especialistas operam o Network Operations Center em tempo integral: 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano. Tudo isso para garantir alta performance e alta disponibilidade em seus serviços.

Com uma malha óptica própria de 7 mil km no estado do Rio de Janeiro, parte de São Paulo e Espírito Santo, a AR está presente nos principais polos offshore do país como Macaé, Campos e Vitória, provendo serviços IP de alta capacidade e conectividade para o resto do mundo.

*Este é um Publieditorial sob responsabilidade de Altarede Corporate

6 tendências que estão transformando o setor de Telecomunicações em 2019

Uma pesquisa feita pelos especialistas globais da CSG reúne 6 novas tendências que estão transformando o setor de Telecomunicações em 2019. Confira a percepção de especialistas sobre os temas quentes do momento.

1. A experiência do cliente continua a moldar a conversa

O ritmo exponencial de mudança impulsionado pelas demandas do consumidor está forçando as empresas a reinventarem os serviços que fornecem e a maneira como são fornecidos.

Com mais de 5 bilhões de usuários móveis no mundo atualmente, não basta que as empresas se concentrem somente em suas redes e tecnologia. É necessário, também, uma mudança fundamental em seus processos e modelos de negócios para fornecer aos clientes uma experiência digital que crie fidelidade à marca e participação na carteira.

Os vencedores na Era Digital serão aqueles que conseguirem simplificar seus processos de negócios antigos, alavancar o poder de novas tecnologias, como cloud e 5G, monetizar novos serviços e transformar terabytes de dados em percepções em tempo real que realmente ofereçam experiências excepcionais aos clientes.
– Brian Shepherd, vice-presidente executivo e presidente do grupo

2. O 5G ganha impulso

Não se espera que o 5G esteja disponível comercialmente até 2020, mas os provedores de serviços não estão esperando chegar o próximo ano para começar a testar novos casos de uso. Nas Olimpíadas, a Korea Telecom e a Intel se uniram para oferecer suporte a streaming 4K e 8K em estações de teste de 5G.

No MWC19, todas as quatro principais operadoras americanas anunciaram sua intenção de lançar o 5G em 2019 e, em outubro de 2018, a Verizon começou a oferecer seu serviço de banda larga 5G Home.

Nós prevemos que o ano de 2019 será o ano em que o 5G será uma realidade. No total, 25 provedores de serviço em todo o mundo planejam lançar o 5G em 2019, com maior velocidade e menor latência, suportando casos de uso como conteúdo imersivo (realidade aumentada, realidade virtual) e vídeo de alta resolução.

E, embora o entusiasmo inicial do setor possa vir de aplicativos de consumo, espere ver alguma movimentação em torno de aplicações específicas de empresas de 5G, como veículos autônomos e comunicações de tipo de máquina maciças (conectando bilhões de sensores e dispositivos).
 – Brice Clinton, Engenheiro Sênior, Ascendon      

3. Blockchain conectará os consumidores com o conteúdo

Conheça o Blockchain para conteúdo. A maioria das pessoas associa a tecnologia Blockchain imediatamente a criptomoedas, especificamente o bitcoin. Essas moedas virtuais e descentralizadas são o uso mais predominante (e óbvio), mas em 2019 o Blockchain permeará outros setores.

À medida que as fontes de conteúdo se tornam menos centralizadas, a capacidade dos criadores de conteúdo irem diretamente aos consumidores e gerarem receita de novas maneiras cresce em conjunto.

Os criadores de conteúdo estão começando a usar o Blockchain para gerar receita, seja por meio da comunidade de fãs que votam em conteúdo e são recompensados por popularidade ou por meio de pagamentos diretos usando moedas próprias criadas no Blockchain. Segura neste conhecimento, a CSG anunciou, em abril, o lançamento do primeiro Laboratório de Tecnologia Blockchain para o setor de Atacado BSS.
 – Chad Dunavant, gerente global de produtos

4. Cidades inteligentes serão construídas

Em 2019, haverá mais de 10 bilhões de conexões IoT em todo o mundo – destas, 4 bilhões serão conexões industriais. Essas conexões industriais são uma parte essencial da captação e a transmissão de dados para alimentar casos de uso de cidades inteligentes, como iluminação inteligente, aquecimento, medição e redes inteligentes.

No passado, as redes dos provedores de serviços não tinham a capacidade ou não conseguiam lidar com a quantidade de dados produzidos pelos dispositivos IoT. Com mais conexões de dispositivos entrando em operação on-line e o desenvolvimento de uma rede 5G pronta para suportar essas conexões, prevemos que a primeira cidade realmente inteligente seja construída em 2019.

Os principais centros metropolitanos em países como os EUA, China e Índia estão liderando suas próprias iniciativas de cidades inteligentes; é somente uma questão de quem chegará em primeiro lugar.
 – Ian Watterson, Chefe das Américas e Ásia-Pacífico

5. Serviço de campo assume um novo papel

À medida que os consumidores começarem a usar mais dispositivos conectados, os técnicos de serviço de campo necessitarão de capacidade para gerenciar todos os dispositivos recém-conectados. Conforme mostrado em nossa pesquisa de serviços conectados realizada no ano passado, 84% dos consumidores disseram que gostariam de ter ajuda de um recurso técnico qualificado para conectar somente de dois a cinco dispositivos.

Em 2019, prevemos que os técnicos de serviço de campo terão funções expandidas, indo além de um decodificador para dispositivos como smartphones, lavadoras e secadoras. Também esperamos que os técnicos forneçam aos consumidores mais experiências semelhantes ao Uber, onde eles possam visualizar o status do técnico, tempo da unidade e realizarem agendamentos sob demanda. Os técnicos também poderão usar realidade aumentada e virtual para auxiliá-los na instalação e reparo de dispositivos.
– Lonnie Mahrt, chefe de gerenciamento de comunicações do cliente

6. Adeus “Transformação Digital, olá “Jornada Digital”

Em 2019, os produtores perceberão que a transformação digital não é um termo geral que se aplica a todos. Cada empresa é diferente, com seu próprio conjunto de necessidades e desafios. Em vez disso, as empresas estarão em uma “jornada digital” contínua, em que adotam uma abordagem flexível para as ondas contínuas de inovação que dão suporte aos resultados de negócios centrados nos benefícios do cliente. E, por sua vez, fomentando a fidelidade à marca e aumentando as oportunidades de receita.
– Haifa El Ashkar, diretor executivo, Serviços Gerenciados

 *Este é um Publieditorial sob responsabilidade de CSG