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Tecnologia na saúde: IA, Big Data e IoT no combate à crises

Diante dos problemas complexos e delicados da sociedade moderna, buscar soluções assertivas quase nunca é uma tarefa fácil. Em um momento crítico como o de uma pandemia, mitigar os riscos depende de uma série de fatores. Então, como driblar as dificuldades e encontrar soluções realmente eficazes e acessíveis? A resposta está no uso da tecnologia na saúde.

Diante dos problemas complexos e delicados da sociedade moderna, buscar soluções assertivas quase nunca é uma tarefa fácil. Em um momento crítico como o de uma pandemia, mitigar os riscos depende de uma série de fatores. A sintonia entre a camada civil e a política deve ser constante. No entanto, essa colaboração nem sempre é possível. Então, como driblar as dificuldades e encontrar soluções realmente eficazes e acessíveis? A resposta está no uso da tecnologia na saúde.

Com o avanço tecnológico dos últimos anos, foi possível alcançar um nível de inovação em saúde que fortaleceu o setor. As soluções, com diferentes backgrounds tecnológicos como o IA, Big Data e IoT, impactam em todas as frentes do combate.

No caso da pandemia do novo coronavírus, as iniciativas auxiliam tanto na identificação dos focos quanto no trato com os infectados ,e até mesmo na condução das informações àqueles que se encontram em isolamento social, quarentenados em casa.

Entenda mais sobre o uso da tecnologia na saúde e como essas soluções efetivamente ajudam a manter a saúde pública segura contra as ameaças de pandemias!

A tecnologia na saúde: soluções que se destacam

Inteligência artificial, cruzamento e leitura aprofundada de dados e Internet das Coisas (IoT). Toda aplicação da tecnologia na saúde se torna um meio para evitar que pandemias piorem e o pânico se instaure em países inteiros. Mesmo se tratando de aplicações novas, muitas vezes encaradas em caráter de teste, é possível extrair bons resultados.

E essa é uma boa notícia para o presente em que buscamos mitigar o alcance de um vírus perigoso e, também, para o futuro da saúde pública.

No Brasil, no caso do novo coronavírus, uma série de ações já ganhou destaque pela sua eficácia e agilidade.

Análise meticulosa em aeroportos e rodoviárias

No Aeroporto Internacional de Brasília e na Rodoviária Interestadual da cidade, o Corpo de Bombeiros instalou equipamentos capazes de identificar o novo coronavírus em grupos de pessoas que embarcaram e desembarcaram.

A triagem está sendo conduzida pelos próprios bombeiros, que analisam as imagens de câmeras térmicas que operam com sinal infravermelho. O objetivo é buscar pessoas potencialmente em estado de febre, um dos principais sintomas do COVID-19.

Além deste, outros equipamentos têm sido utilizados, como um que analisa as partículas do ar e é capaz de identificar se o vírus está presente.

Tracking e seu uso para a tecnologia na saúde

Em uma ação que envolve o mundo inteiro, Google e Apple anunciaram parceria para desenvolver soluções que ajudem governos e autoridades a evitar a transmissão do Coronavírus.

Como o contato entre pessoas é um dos principais meios, ambas as empresas vão abrir APIs para que soluções com base na tecnologia do Bluetooth sejam criadas.

O objetivo é alimentar as instituições responsáveis com dados que lhes indiquem possíveis focos de infecção. Dessa forma, é possível agir de forma mais assertiva em ações de mitigação.

Informações precisas sobre o que está ocorrendo

No campo das informações, é essencial projetar uma forma de atingir as pessoas com precisão. Ou seja, evitando o espalhamento de fake news e direcionando o debate para uma melhor compreensão da situação.

Desta forma, o entendimento sobre o cenário atual se baseia em pautas cientificamente corroboradas, não em boatos. Assim, é possível reduzir os riscos que notícias equivocadas causam.

O site Vozes da Pandemia (covid.stilingue.com.br) presta este tipo de serviço. Tratra-se de um painel atualizado em tempo real, que resume os comentários realizados sobre o COVID19 por diferentes públicos.

O objetivo é destacar o que autoridades no assunto — seja no campo científico, quanto no emocional e espiritual — estão falando. É possível também observar o sentimento geral sobre o assunto, em uma escala positiva ou negativa.

Tudo de forma bem simples e objetiva, facilitando a leitura e a compreensão. O projeto é uma iniciativa da STILINGUE, plataforma de Inteligência Artificial (IA) com foco em Social Intelligence & Responding.

Segundo Milton Stiilpen Jr., CTO e um dos sócios-fundadores da empresa, a tecnologia deve ser utilizada como fonte de conscientização, evitando prejuízos (de todos os tipos) às pessoas. Ele ainda destaca que esse é um esforço coletivo.

“Muitas outras startups e empresas estão fazendo o mesmo [criando soluções para combater o vírus], seja para facilitar o acesso a testes mais rapidamente, evitar o crescimento de fake news, trazer dados oficiais sobre a pandemia ou até mesmo utilizar a geolocalização e tecnologia Bluetooth para reduzir a disseminação do vírus. Em um momento de crise como esse, a tecnologia pode contribuir decisivamente para vencermos essa batalha”, explica o executivo.

A inovação em saúde: qual o peso da tecnologia no futuro do setor?

Recursos como o Big Data e a Inteligência Artificial são determinantes agora — mas e no futuro da tecnologia na saúde?

A dúvida é válida, já que a preocupação com a saúde, especialmente depois da pandemia coronavírus passar, tende a se acentuar no futuro.

Em questão de números, é válido relembrar dos dados levantados pela IDC. Segundo o instituto, em até dois anos, o investimento em tecnologia na saúde pode alcançar até 2 bilhões de dólares.

Para Milton Stiilpen, a integração dessas informações é a chave. Ou seja, analisar o grosso desses dados em busca de soluções que facilitem a nossa vida no futuro, nos protegendo de ameaças iguais ou ainda piores.

“Devemos aproveitar a quantidade de dados disponíveis e a capacidade atual de processamento desses dados, sejam públicos, privados, oriundos da internet ou das redes sociais. Assim, vamos entender melhor as causas e efeitos de determinadas doenças, a fim de atuar melhor no sentido de encontrar curas, vacinas e tratamentos”, exemplifica Stiilpen.

Ainda de acordo com o executivo, a situação atual serve como base para que empresas e pessoas aperfeiçoem suas infraestruturas para uma nova realidade de trabalho, como o home office.

“O que essa crise já está nos ensinando é que inevitavelmente estaremos mais preparados para uma nova situação, seja de caráter local, regional ou mesmo global. Creio que é uma experiência de aprendizado para o mundo todo, em muitos aspectos - e a Tecnologia é só um deles”, afirma Milton.

E para você, como a tecnologia na saúde pode continuar contribuindo no combate à pandemias e outros problemas críticos na área de saúde? Deixe seu comentário abaixo e, se achou interessante, compartilhe este artigo em suas redes sociais.

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