Como o Big Data tem sido usado no campo?

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O Big Data auxilia para que as melhores decisões sejam tomadas no agro, como na definição de insumos e otimização da produção. Saiba mais!

A tecnologia de Big Data abre um leque de oportunidades para o setor agrícola. O uso de dados gerados em plataformas digitais, por exemplo, contribui para que os agricultores tomem as melhores decisões na gestão da lavoura.

A coleta de dados contribui para o conhecimento de fatores como as condições climáticas, a altitude, as condições do solo, entre outros. Por conta disso, os agricultores que utilizam o Big Data têm mais sucesso com as colheitas, garantindo menos perdas e mais lucratividade.

Em entrevista ao Futurecom Digital, Rafael Malacco, gerente de desenvolvimento de mercado do Sistema Integrado de Monitoramento Agrícola (SIMA), falou sobre esse tema. Confira, na sequência!

As vantagens do uso do Big Data no agronegócio

Malacco afirma que os dados coletados no campo, como registros de aplicações, relatórios de produtividade ou análises de solo, são informações que servem para uma tomada de decisão em um dado momento e cumprem seu papel.

Porém, o especialista acredita ser necessário que todos esses dados sejam atrelados à georreferência e registrados em uma plataforma digital. Apenas assim será possível ter acesso a todas as vantagens do uso do Big Data no agronegócio.

“Quando processamos os dados e o armazenamos na nuvem, tornamos os dados acessíveis a todos e a qualquer momento. Seja no app durante uma visita no campo, seja no computador do escritório ou durante uma viagem. Ele sempre estará lá para ser visto e revisto, mantendo todo o dado histórico”, diz Malacco.

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O Big Data e a agricultura de precisão

A agricultura de precisão, ou seja, o monitoramento das atividades agrícolas por meio da utilização de tecnologias avançadas, está diretamente relacionada com as ferramentas de Big Data.

Segundo Malacco, os dados podem ser usados para correlacionar fatores climáticos temporais com infestações de pragas, doenças e ervas daninhas, tipos de solo, mapas de produtividade e até com os produtos utilizados no manejo.

Nas palavras do representante do SIMA: “Existe um volume enorme de insights que podem ser obtidos por meio dessas informações. A agricultura de precisão busca tratar de forma mais precisa e controlada as atividades do campo”.

Ele também explica que: “Ao combinar diferentes tecnologias – entre elas a análise das condições do solo pelo uso de GPS e drones, a eficácia de determinados fertilizantes com a análise de dados e a melhora do plantio e colheita com o uso de Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA) em tratores –, a agricultura de precisão oferece um ambiente bem mais vantajoso e assertivo para produtores rurais. Quanto mais dados integrados, maior o benefício”.

Ou seja, os dados gerados, monitorados e armazenados em ferramentas de Big Data no campo tornam as atividades agrícolas mais produtivas e efetivas. Logo, investir nesses recursos é essencial para os agricultores que desejam ter vantagem competitiva.

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