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Novas tecnologias tornam cirurgias menos invasivas. Confira

Novas tecnologias tornam cirurgias menos invasivas. Confira

Os procedimentos cirúrgicos abertos ou tradicionais estão perdendo espaço para técnicas menos invasivas, como as cirurgias endoscópicas e robóticas. “Alguns médicos já têm usado VR e AR para treinamento de cirurgias. Os robôs são uma realidade bem estabelecida e uma tendência”, afirma o CEO da startup MedRoom, Vinícius Gusmão.

Esses métodos invadem menos os tecidos e o corpo, preservando a anatomia humana. Fora essa questão, minimizam as dificuldades pós-cirúrgicas, permitindo uma recuperação mais rápida do paciente, que fica menos tempo afastado das suas atividades cotidianas.

Na endoscopia, o cirurgião usa um sistema de tubos óticos e um monitor de alta definição, conseguindo operar o paciente a partir de um único orifício percutâneo. A técnica ambulatorial não tem restrição de idade do operado, dispensa a anestesia geral e a internação, apresentando menores taxas de infecção e de hemorragia.

Já na cirurgia robótica, que representa a nova fronteira da medicina moderna, o médico opera o paciente a partir de um robô. Os casos de tremores durante a realização de cirurgias são eliminados e as pinças robóticas oferecem movimentos de punho completos e mais amplos que os humanos, permitindo ao cirurgião movimentos que seriam impossíveis sem o uso da tecnologia.

Treinamento dos profissionais médicos do futuro

De olho no treinamento da mão de obra da saúde do futuro, a MedRoom firmou uma parceria com o Hospital Albert Einstein, referência nos tratamentos de saúde e em tecnologia médica no Brasil.

Videogames estão no nosso DNA. Os jogos se mostraram uma forte ferramenta para guiar os alunos por um caminho engajador e motivador. A MedRoom cria experiências de alta qualidade, com traços de gamificação e conteúdo validado para treinar alunos e profissionais de saúde. Para nós o segredo do sucesso está em integrar educação, saúde e entretenimento”, defende  Gusmão.

O foco da startup está no desenvolvimento de aplicações para treinamento em saúde com realidade virtual para faculdades, empresas e hospitais. E o seu principal produto é o Lab, um laboratório de morfofisiologia em realidade virtual criado para atender as necessidades dos alunos por contato com o corpo vivo.

Trata-se de uma paciente virtual para que o aluno possa explorar todos os sistemas e estruturas do corpo humano com aspecto vivo e realista, ajudando o futuro profissional a ganhar confiança e experiência, sem a necessidade de expor o paciente real.

Muitas promessas que estão por vir estão passando por um momento crítico de validação e perguntas sobre segurança e privacidade do paciente, que precisam ser respondidas (inclusive legalmente), para finalmente a tecnologia ganhar escala dentro do setor da saúde”, conclui Gusmão.

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