Futurecom faz parte da divisão Informa Markets da Informa PLC

Este site é operado por uma empresa ou empresas de propriedade da Informa PLC e todos os direitos autorais residem com eles. A sede da Informa PLC é 5 Howick Place, Londres SW1P 1WG. Registrado na Inglaterra e no País de Gales. Número 8860726.

Sitemap


Articles from 2016 In September


Saiba em que momentos da compra online ocorrem as fraudes e como reduzir seus riscos

shutterstock_167597663

Embora seja complicado enumerar os principais problemas associados à segurança dos meios de pagamento tendo em vista que eles muitas vezes estão associados à tecnologia utilizada, é possível observar em que momento da compra a fraude costuma acontecer. De acordo com o advogado especialista em Direito Digital do escritório Patricia Peck Pinheiro Advogados, Aristides Tranquillini Neto, a ocorrência é localizada na utilização da assinatura digital, composta de dois aspectos: emissão e uso.

O primeiro caso, é quando se associa uma determinada assinatura digital a um indivíduo único e identificável. O segundo ocorre após a emissão, quando a assinatura digital é utilizada para assinar documentos ou para autenticar determinado ato jurídico – a realização de login e posterior execução de ações, tais como efetuar compra em site da internet, por exemplo.

A solução ideal para o gerenciamento de risco, de acordo com Neto, deve tratar dos dois momentos, coibindo a possibilidade de emissão falsa ou atribuindo identidade falsa e também uso por terceiro, que seria o compartilhamento da assinatura digital. Porém, o que se observa hoje, é a assinatura digital de forma geral possuir poucos mecanismos técnicos para evitar a fraude de uso, pois está vinculada a utilização de senha ou de fator de autenticação que pode ser comprometido pela simples retirada de seu titular.

DE GARÇOM A SOMMELIER (6)

Especialista sugere 3 soluções para relatórios de Big Data Analytics

shutterstock_241742776

As soluções oferecidas via Big Data Analytics para meios de pagamento são importantes para identificação de informações contextuais, das mais simples (padrões de consumo, horários em que consumidores normalmente compram e volume de compras) até dados mais complexos, como se o cliente está ou não em determinada loja, que item vai adquirir e se ele tem perfil social, casual ou esportivo, por exemplo.

Na opinião do head of global solutions center & innovation da Stefanini, Breno Barros, utilizando indicadores vindos de soluções de Analytics é possível a empresa ter insights sobre microsegmentos de decisão dos consumidores e, assim, criar campanhas de marketing mais focadas e atuar de forma mais assertiva, gerando novos resultados de negócios.

Vale lembrar que os indicadores extraídos desses relatórios estão diretamente relacionados com o objetivo de negócio. Com isso a empresa é quem define quais dados irá cruzar a fim de criar um relatório. O professor e coordenador do curso de MBA em Big Data da FIAP, Celso Poderoso, lista três possibilidades de frente de trabalho quanto aos relatórios.

1 - Redes Sociais

Análise do perfil de clientes e fornecedores e do sentimento em relação aos produtos e marcas.

2 - Logs de POS

Avaliação de desempenho de ligações (telecom) e de problemas do equipamento.

3 - Internet das coisas

Será cada vez mais possível colocar tags em equipamentos para coletar dados de qualquer dispositivo. Isso permite compreender o deslocamento e demais características do ambiente onde o equipamento é usado.

DE GARÇOM A SOMMELIER (6)

3 vantagens do Big Data Analytics para deixar o mercado de meios de pagamento mais competitivo

shutterstock_225917539

Vivemos a era da personalização, com a possibilidade de oferecer produtos específicos e fidelizar um cliente ou grupo de consumidores, graças à conectividade entre canais no mercado de meios de pagamento. Para alcançar esse nível de sofisticação as empresas analisam grandes volumes de dados coletados de fontes como ferramentas Big Data Analytics como business intelligence, arquivos de servidores web, mídias sociais, pesquisa de satisfação e indicadores macroeconômicos para serem armazenados e interpretados por softwares de alto desempenho. O cruzamento dessas informações gera relatórios que ajudam a ter insights a respeito do movimento de mercado, desejo do cliente e comportamento de consumo.

De acordo com o CEO da Qlik, Lars Björk, nunca houve tantos dados quanto hoje, nem tantas oportunidades de mercado, muito menos as empresas tiveram tanta necessidade de performance. “O progresso tecnológico e o de digitalização da informação mostram que a era do Big Data chegou para ficar.” E traz três grandes vantagens.

1 - Torna a organização mais competitiva

Conhecer a si mesmo é essencial para ter sucesso e realização, um raciocínio que pode ser transferido ao universo corporativo. Esse processo de inflexão empresarial pode ser alcançado com mais eficiência com grandes volumes de dados de seu segmento, mas é preciso saber como transformá-los em indicativos para direcionar e estratégias organizacionais de sucesso.

2 - Cria múltiplos canais para conhecer melhor as vontades dos clientes

O compartilhamento de informações por meio de mídias sociais, sites ou blogs dá ao consumidor mais poder sobre a reputação de uma empresa. Descobrir o que se fala sobre sua empresa é só uma parte da análise em Big Data, mas que permite criar ofertas ou serviços que estaquem o problema e tenha o resultado revertido em ganhos reais.

3 - Desenvolve produtos e serviços com maior valor agregado

Com uma base de dados gigantesca em mãos, o diretor sênior de produtos da Visa do Brasil, Marcelo Sarralha, vê a condição de classificá-la em diferentes grupos de personas. “Você fica apto a oferecer soluções e produtos mais assertivos. Acredito que toda tecnologia relacionada a Big Data Analytics vem contribuir de uma maneira extremamente relevante para conseguir definir e ofertar produtos e serviços de uma maneira com muito mais valor agregado para o consumidor”, afirma.

DE GARÇOM A SOMMELIER (6)

Saiba como as camadas de segurança precisam agir juntas para reforçar a IoT

shutterstock_337203728

Enquanto uma das maiores preocupações do mercado é oferecer aos clientes o que ele quer em termos de facilidades e conectividade, a segurança, muitas vezes, é relegada ao segundo plano. De acordo com a especialista em segurança cibernética da Conteúdo Editorial, Graça Sermoud, muitos sistemas são disponibilizados no mercado já com vulnerabilidades e, em uma tentativa de frear esses problemas, as empresas lançam constantes atualizações.

 "A segurança digital ainda não é o que pensamos para o futuro, ou seja, by design", afirma. Graça exemplifica que embora o chip do cartão de crédito ainda seja mais seguro do que meios de pagamento online, ele vai perder a usabilidade porque as pessoas querem processos mais práticos e a segurança vai ter que correr atrás da praticidade. E a Internet das Coisas, a IoT, vai aumentar essa complexidade, obrigando que a segurança digital de internet resulte da ação de quatro camadas trabalhando em conjunto.

 1 - Dispositivo (by design)

É o menos pensado pela indústria. Muitos malwares já são desenvolvidos especificamente para celulares. Mesmo no caso da Apple que, por ser um pouco mais voltada para segurança, possui sistemas de arquitetura mais fechada, é um problema exponencial. E a expectativa para o futuro é que o design não ocorra da maneira ideal, pelo afã de disponibilizar novidades. Quanto mais usabilidade, mais insegurança. A indústria e seus desenvolvedores têm de achar esse equilíbrio.

 2 - Desenvolvedor

Tem a possibilidade de minimizar o risco e a vulnerabilidade dos sistemas, com constante atualizações de backdoors e trabalharando regras de compliance de várias fontes. O varejo, por exemplo, tem o PCI, já a área de finanças possui via Banco Central.

3 - Uso

É o mais grave, pois a segurança não é prioridade para os usuários. A tecnologia não sai mais dos ambientes de TI das empresas. Ao contrário, ela chega antes para o funcionário. É cada vez mais difícil ter controle. Esses dois níveis (do desenvolvedor e do uso) mostram um desafio gigantesco para o gestor de segurança. Não se pode mais limitar funcionários, pois os negócios dependem de ambientes digitais e buscam o mantra da transformação digital. O gestor de segurança precisa encontrar um ponto de equilíbrio entre negócio e segurança. Além disso, é preciso educar usuários para que eles entenderem os riscos a que estão expostos.

4 - Senhas e constantes atualizações

Desenvolvimento de senhas mais complexas, utilizando recursos de biometria e outros níveis surgirão, como autenticação pela íris e criptografias para autenticações mais sofisticadas, nos sistemas desenvolvidos internamente e nos de fornecedores.

DE GARÇOM A SOMMELIER (6)