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NFC em smart cards: especialista em RFID faz uma lista de benefícios dessa tecnologia para o varejo

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Sistema RFID baseado no acoplamento indutivo, o NFC (near field communication) é bastante destinado a smart cards, o que o destaca como tendência de meio de pagamento no varejo. Estudiosa nesse tipo de tecnologia no Brasil, a professora associada ao Centro de Excelência em RFID, Renata Rampim, aponta uma série de benefícios que começam e ultrapassam o limite do caixa do estabelecimento comercial.

Na etapa de transação financeira, os circuitos integrados mostram-se bastante seguros ao utilizarem métodos de criptografia, sistema de backup no chip e autenticação mútua do leitor para a tag RFID. Além disso, as empresas ganham a possibilidade de integrar o sistema de pagamento ao serviço de pós-venda. “Ele pode enviar um recibo eletrônico diretamente para o e-mail do cliente, até mesmo enviar uma mensagem de texto para o smartphone, e assim, adicionar pontos de fidelidade”, diz a consultora da RF Consulting. Leia, a seguir, mais seis benefícios do sistema NFC em smart cards.

1 - Redução do tempo de espera no caixa. O pagamento é de oito a 12 segundos mais ágil em relação ao pagamento em dinheiro.

2 - Aumento na confiabilidade da transação do pagamento.

3 - Maior fidelidade e satisfação do cliente.

4 - Diminuição do fluxo de cédulas de dinheiro no estabelecimento.

5 - Facilidade de administração e controle do caixa.

6 - Não há mais necessidade de códigos PIN para concluir uma transação financeira.

Panorama brasileiro

No passado, grandes bancos do Brasil realizaram projetos pilotos e emitiram um volume não considerável de smart cards, de acordo com a especialista, pois encontraram dificuldade com o custo e com os hábitos dos lojistas, resistentes à tecnologia. “Hoje, há projetos pilotos ocorrendo isoladamente, porém a adesão massiva no Brasil demorará ainda algum tempo”, afirma Renata antes de indicar Visa e Mastercard como protagonistas nessa tentativa de impulsionar a adoção de cartões para pagamento dual-interface (capacidade de transacionar via interface com e sem contato) utilizando dispositivos como wearables, pulseiras e smartphones.

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Especialistas em segurança digital contam como barrar ataques em meios de pagamento

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Brasil é o número um em ataques financeiros no mundo. Essa é a triste constatação de um estudo feito pela empresa de soluções de proteção Karspersky, que ainda aponta phishing e trojans financeiros como os responsáveis pela maior parte dos ataques em nosso País e para a evolução do malware nacional quanto a sua sofisticação e nível técnico. Diante de todas as ameaças, resta saber se faltam barreiras para conter os acessos criminosos ou se existem falhas nas entradas.

As duas opções são verdadeiras, avalia Igor Valoto, especialista em segurança de ameaças da Trend Micro. “Mesmo uma empresa de segurança que não tem conhecimento ou pesquisa no Brasil pode criar barreiras para ataques que só ocorram aqui”, diz. Por outro lado, ele também considera que quem ataca também evolui e modifica seus ataques de acordo com as barreiras de segurança implementadas.

Garantir proteção confiável tem de considerar a segurança de toda a cadeia de pagamento

Para o diretor da divisão de Prevenção de Fraudes da Kaspersky Lab no Brasil, Renato Moura, garantir proteção confiável tem de considerar a segurança de toda a cadeia. “Inclusive nos dispositivos móveis, redes sem fio e nos canais de transferência externas à rede corporativa.” Assim, cabe aos profissionais de meio de pagamento implementar segurança em camadas e também fornecer as informações necessárias para que as organizações possam definir suas estratégias de mitigação e de resposta às fraudes.

Orientação

Além dos aspectos tecnológicos, Valoto sugere trabalhar lado a lado às dificuldades dos usuários. “Vale instruir como eles podem se certificar de que estão acessando seus produtos de forma segura, recomendar a utilização de boas ferramentas de segurança pessoal e não clicar em e-mails de desconhecidos, por exemplo.”

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