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Articles from 2016 In February


Será que seu negócio precisa de um e-commerce?

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Mais de 17 milhões de brasileiros fizeram pelo menos uma compra on-line no primeiro semestre de 2015. Comparado ao mesmo período de 2014, o e-commerce nacional registrou aumento de 16% entre janeiro de junho do ano passado. Isso representa um faturamento de R$ 18,6 bilhões e confirma a tendência de crescimento do comércio eletrônico no País. Parte dessa ampliação é resultado do aumento de 13% no tíquete médio. As informações são do relatório Webshoppers 2015 da empresa de certificação de consumidores E-bit (ligada ao Buscapé).

Outros números interessantes da pesquisa são que 72% dos entrevistados afirmaram usar o smartphone diversas vezes ao dia para acessar a Internet. O aparelho foi usado em 10% das compras (contra 89,9% da utilização de computadores e notebooks). Além disso, embora a região Sudeste lidere as compras on-line, com 64,5%, Sul e Nordeste brasileiro aumentaram participações, 13,7% e 12,9% respectivamente contra 12,1% e 11,9% de 2014.

E a tendência é de que esses números cheguem perto dos 80% de compras on-line, realizados tanto na Inglaterra, quanto nos Estados Unidos, nos próximos cinco anos. Tempo que o Brasil leva para reproduzir o que acontece no e-commerce no hemisfério norte, explica o CEO e sócio do e-commerce.org.br, Marcio Eugênio. “Logo, quem não estiver na internet, vai perder venda. ”

A previsão de aumento de vendas também é percebida pelo sócio fundador da BetaLabs, Luan Gabellini. Basicamente, como resultado do acesso à Internet cada vez mais fácil e do consumidor buscando mais conveniência.  O gerente de marketing da Tray, Eduardo Gimenes, ainda atribui as boas perspectivas ao uso de ferramentas multicanais seja pelo varejo integrando on e off line, ou pelos consumidores utilizando smartphone e tablets para pesquisar e comparar preços e comprar.

Por outro lado, de acordo com Gabellini, esse conceito de “conforto” ou “adequação” pode ser usado em favor do empresário caso ele já esteja no varejo tradicional, por já conhecer o mercado, possuir estoque e ter uma marca localmente conhecida. Resultando em menor custo de implantação e aumento do alcance geográfico de vendas.

Entretanto, isso não exclui a necessidade de um plano de negócio para o e-commerce. Parte do processo pode ser facilitado respondendo perguntas como “Que plataforma utilizar? ”, “Como irá funcionar minha operação de estoques e logística? ” e “De que maneira recebei os pagamentos? ”.

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Food trucks automatizam operações com solução móvel

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Em franco crescimento nos grandes centros urbanos, o mercado de food trucks deixa de lado a gestão caseira e assume, cada vez mais, sistemas inteligentes de gerenciamento adaptados à sua necessidade como as soluções móveis. Exemplos disso são o SudDog, carro de comida da badalada chef Roberta Sudbrack, instalado no Rio de Janeiro, e o estabelecimento HotBizinelli, do empresário paranaense Bruno Almeida. Para expandir o negócio unindo praticidade e modernidade, ambos os casos buscaram programas de automação comercial que pudessem ser controlados por meio do celular, dado o tamanho do espaço de trabalho.

Roberta, que vende hot dog gourmet, passou a contar com previsibilidade de insumos e vendas, segurança nos controles financeiros e a possibilidade de controle online ao implantar o Bemacash, da Bematech, composto por um tablet com software de automação comercial (PDV) e retaguarda (BackOffice) operando na nuvem, além de meio eletrônico da Rede para pagamento com cartões e sistema para emissão de cupons fiscais eletrônicos “É uma ferramenta flexível, o que permite uma certa customização e um aprimoramento das suas funcionalidades”, conta.

Sistema idêntico foi instalado no food truck HotBizinelli, famoso pelo sanduíches de carnes, defumados e embutidos. Segundo Bruno Almeida, sócio do restaurante sobre rodas, a solução está alinhada ao conceito do estabelecimento. “Assim como nossa marca, ele une tendências como mobilidade, fácil acesso às informações por ser totalmente web, diversas opções de pagamento e boa experiência do cliente.”

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Produtividade, integração e mais três motivos para usar automação comercial

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Quer deixar para trás os erros com dados financeiros, acompanhamento do estoque e produtividade da equipe? Então, comece a considerar a implantação de um sistema de automação comercial. A partir de um programa de computador é feito o cruzamento dados de diversas áreas com base em regras pré-estabelecidas.

"Integração dá segurança às informações, agilidade nos processos e melhoria na rentabilidade do negócio"

A integração abrange a utilização de equipamentos como leitores, computadores e smartphones para as soluções de mobilidade, softwares para a frente do PDV e da retaguarda, além de soluções de pagamento como POS, TEF e smart card. De acordo com Welington Sousa, diretor de marketing/comercial da Daruma Tecnologia, esse ecossistema só gera benefícios na gestão do pequeno e médio varejista. “Proporciona segurança nas informações, agilidade nos processos e melhoria na rentabilidade do negócio.” Acompanhe cinco vantagens de utilizar um software de automação comercial.

1 - Acompanhamento de indicadores de desempenho

Mapear o andamento de toda a empresa torna-se um processo simplificado com a extração de dados de vendas por loja e canal (lojas físicas, e-commerce e mobile commerce), desempenho das vendas por categoria de produtos, margem das vendas, acompanhamento de vendedores e vendas por hora.

2 - Aumento da produtividade

A performance da empresa melhora, sim, pois ocorre uma queda no retrabalho e se aumenta o capital de giro com a gestão adequada do estoque. “Com uso do pagamento móvel, o tempo de atendimento diminui em torno de 70%, com reflexo na experiência de compra”, afirma André Veiga, diretor do segmento de varejo da TOTVS.

3 - Integração entre departamentos

A “conversa” entre os dados de diferentes áreas acontece, de modo geral, entre o operacional e o administrativo (financeiro, fiscal, estoque e compras). Pensando em uma solução mais avançada, a equipe de marketing também pode ser envolvida.

4 - Soluções para avaliação comportamental

Entre as mais recentes novidades em automação comercial estão a gestão dos consumidores utilizando-se aplicativos e equipamentos como câmeras e beacons instalados nos estabelecimentos. “Isso possibilita aos gestores conhecer melhor os seus clientes e, assim, estabelecer estratégias de marketing e comunicação para melhorar atendimento, reter e ampliar a clientela”, analisa Sousa.

5 - Implantação rápida

Microempresas com sistemas simplificados conseguem ter a automação comercial implantada em apenas uma semana, enquanto as pequenas precisam aguardar de um a três meses, em média. Claro que o prazo de implantação varia conforme o escopo do projeto, o que inclui analisar a quantidade de lojas e também a disponibilidade do empresário de dedicar sua equipe para a utilização do novo sistema.

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10 dicas para se prevenir de fraudes em seu e-commerce

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Fraudes em e-commerce acontecem. E é melhor você aceitar isso. “Não são diferentes do roubo de chocolate em mercados”, compara o membro diretor da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) Daniel Bento. Por isso, é preciso investir em proteção.

Basicamente os sistemas antifraude se dividem em três tipos: um que analisa o histórico de compra, o segundo, que foca exclusivamente no computador de acesso, e o terceiro, que identifica com uma análise de dados, como o cliente navegou no site, buscando rastrear seu comportamento.

As fraudes podem ser classificadas por tipos: há casos de roubo de número do cartão de crédito, de descontentamento do cliente com o produto ou serviço, situações em que o comprador não reconhece o nome apresentado na fatura de pagamento e a auto fraude, em que o consumidor compra e liga de propósito ao banco dizendo que não obteve o bem.

Confira, a seguir, algumas dicas para proteger seu comércio eletrônico:

1 - Busque informações sobre fraudes para identificar a quantidade com que elas podem acontecer. “Um índice aceitável do mercado é de 0,7% das vendas”, avalia Bento. Isso ajuda também a perceber de qual tipo de fraude você foi vítima.

2 - Reconheça o problema e busque soluções. Há diversas opções de sistemas antifraude. Basta encontrar o mais adequado a sua necessidade, seja por tipos de solução que ele oferece ou preço, que pode variar de R$ 0,30 a R$ 1,20 por transação.

3 - Use nomes amigáveis. O nome da sua loja deve ser o mesmo que aparece na fatura. Não adianta o estabelecimento se chamar “Aninha” e o cliente ser cobrado pela “Aviações e Armarinhos da Ana Maria”. O consumidor não irá te reconhecer e vai reclamar ao banco pedindo o cancelamento do pagamento.

4 - Conheça seu produto e o padrão de compra do seu cliente. Bento sugere que o lojista observe com que frequência e como o cliente compra. Em análises, ele percebeu que mulheres pesquisam aproximadamente 70 pares de sapato antes de finalmente comprar um.

5 - Identifique pedidos fora do padrão. Está acostumado a receber pedidos com valor de até R$1.000,00 e de repente recebeu pedidos de R$ 5.000,00? Atenção, você pode estar diante de uma fraude ou de um supercliente. As duas situações merecem atenção.

6 - Desconfie de coincidências. Muitos pedidos ou solicitações diferentes usando um mesmo e-mail, CPF ou o mesmo endereço podem ser sinais de fraude. “Todos os moradores do prédio decidiram comprar ao mesmo tempo? ”, ironiza Bento.

7 - Peça a revisão manual do pedido. O serviço pode ser feito pela empresa de sistema antifraude ou por um grupo terceirizado por eles. Essa revisão vai verificar dados pessoais do comprador, endereço, e até mídias sociais para verificar se o comprador é mesmo quem diz ser.

8 - Não se desespere ao perceber que foi roubado. Tente manter-se calmo e analise o que deu errado com o pedido. Isso vai ajudar a identificar o problema e a reconhecer o fraudador. Reflita: o que ele fez de tão bom para passar pelo sistema antifraude? Faltou algo? Essa análise é importante, pois se o fraudador conseguiu uma vez, ele vai tentar de novo.

9 - Cuide do pós-venda. E-commerce que não fala com o cliente, não funciona. Converse depois da compra. Verifique se ele está satisfeito. Caso o consumidor busque ajuda por um produto com problema, por exemplo, não o transfira de um departamento para outro. Assim, a credibilidade acaba e o comprador pode simplesmente ligar na operadora do cartão de crédito e pedir o cancelamento da compra.

10 - Devo entrar em contato com o cliente relacionado à fraude? Para Bento, essa é uma pergunta capciosa. Vale a pena tentar se a intenção é reverte o caso e efetivar a compra. Não acontece sempre. “Às vezes, é uma questão de “nome amigável” em que o cliente não reconheceu o nome da empresa, mas pode ser também o caso de um “fraudador profissional” que vai negar, criar desculpas e o problema continuará.

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