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Como CEOs promovem culturas colaborativas?

Temos que empoderar muito mais os funcionários, além de entender que a inteligência artificial vem para colaborar na tomada de decisão e ajudar na rotina, não para substituir profissionais. Serão necessários, claro, novos talentos, como a habilidade em interpretar os dados gerados.

“Temos que empoderar muito mais os funcionários. A inteligência artificial chega como forma de empoderar as pessoas, não vai substituir trabalhos, vai complementar. É uma alavanca para obter novos conhecimentos” afirma o vice-presidente sênior de Tecnologia Oracle para a América Latina, Marcos Pupo, opinião compartilhada pelo líder global da Indústria de Telco na IBM, Bob Fox.

Para o presidente da SAS Brasil, Cassio Pantaleoni, usar mais a inteligência artificial junto com o capital humano oferece um grau mais importante de atenção para o atual cenário de mudanças. “A transformação está no detalhe. Quem está na sociedade digital quer tomar decisão rápida, de preferência que uma ‘entidade’ faça isso. Eles querem detalhe, mas não prestam atenção no detalhe. Para que tudo funcione dependemos de integração do ecossistema”; e para o capital humano requerido isso é essencial, não é mais possível pensar na organização como uma linha onde comando e controle sejam a base. “Talvez o mais caro que teremos seja o talento capaz de interpretar”, afirma.

O general manager LATAM da Adobe, Federico Grosso, concorda que interpretar dados passa a ser um talento importante, além de ser necessário reavaliar a parte estratégica, pois a tecnologia nos libera tempo, assim nossa criatividade e estratégias passam a ser mais importantes e podemos usá-las mais. “Se uma ação leva um ou dois segundos para ser feita por um humano, ela será automatizada (‘sobrando mais tempo para sermos criativos e estratégicos’)”.  Fox, por sua vez, acredita que essa retreinamento de profissionais dispense um curso universitário de quatro anos e que o setor privado mude sem esperar por ações do governo.

Pantaleoni lembra que 25% das empresas europeias e norte-americanas usam inteligência artificial, logo, o mercado é gigante. E para ser bem aproveitado vale observar alguns pontos: a transformação interna nas empresas deve ser colaborativa,  como preparar os profissionais para um novo tipo de ecossistema – esse, mais analítico -, entender como clientes percebem essa transformação e como monetizar os dados que são gerados. De acordo com Pupo, a inovação passa obrigatoriamente pelas empresas, especialmente agora com novas gerações de funcionários, que chegam cheios de ideias.

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