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Pagamento via realidade virtual: tudo o que você precisa saber

A realidade virtual é certamente uma das tecnologias mais populares atualmente. E muito provavelmente já se deparou com alguma notícia referente à uma nova aplicação desse conceito: de videogames aos tratamentos psicológicos. A última novidade é a utilização da realidade virtual para pagamentos.

Além de proporcionar novas formas de entretenimento, como jogos e filmes 3D, tudo indica que daqui alguns anos a realidade virtual também permitirá pagamentos à distância, apenas com um movimento da cabeça.

Quer saber mais? Acompanhe o artigo:

O que é a realidade virtual?

A realidade virtual é uma tecnologia inovadora que, basicamente, usa um sistema computacional para criar um ambiente virtual e “enganar” os sentidos do usuário. Para isso, a VR (Virtual Reality) induz efeitos visuais, sonoros e até táteis para simular uma determinada experiência - tudo isso a partir dos “óculos de VR”.

Diferentemente das imagens comuns, que são estáticas e sem percepção de profundidade, as imagens utilizadas na realidade virtual utilizam a estereoscopia para gerar duas imagens - uma para cada olho - e assim, induzir o efeito de imersão e profundidade.

Na verdade, é exatamente dessa forma que funciona a visão humana. O cérebro compara as informações de cada olho e cria a percepção de profundidade que nos permite nos mover com segurança no dia a dia.

Em outras palavras, a realidade virtual simula a visão humana, porém fornecendo suas próprias imagens.

Como a realidade virtual pode ser aplicada para pagamentos?

Apesar da tecnologia dos primeiros óculos 3D existirem há quase 100 anos, o primeiro investimento real que foca na utilização da realidade virtual para pagamentos foi anunciada no fim de 2016, pela gigante do comércio eletrônico chinês Alibaba.

Segundo os responsáveis pelo projeto, o objetivo é permitir que qualquer usuário com uma conta na Alipay - sistema de pagamentos eletrônicos da Alibaba - fazer compras sem sair da realidade virtual.

Na prática, a pessoa poderá executar pagamentos com acenos de cabeça, toques no óculos de VR ou até focando o olhar em pontos específicos da tela.

O objetivo dessa funcionalidade é promover o máximo de conforto e praticidade possível para quem está utilizando os óculos de VR para se divertir ou simplesmente navegar por um ambiente virtual.

Como afirma Lin Feng, coordenadora do projeto, em entrevista ao site Fortune.com:

"É extremamente chato ter que remover os seus óculos de VR na hora de efetuar uma compra. Com o VR Pay do Alibaba, você nunca vai mais precisa pegar no seu celular para fazer um pagamento quando estiver se divertindo na realidade virtual."

Para garantir o máximo de segurança possível, uma série de medidas de segurança estão sendo tomadas para evitar pagamentos involuntários e acessos ilegais à conta.

Obviamente, o interesse da Alibaba é um ótimo indicador que a tecnologia tem um futuro promissor entre outras tecnologias de pagamento que estão surgindo no mercado, como pagamentos por aproximação, criptomoedas e carteiras digitais.

Como desenvolver aplicativos e softwares neste segmento?

Por se tratar de uma tecnologia extremamente nova, o uso da realidade virtual para pagamentos está limitada às “gigantes do mercado”. No caso da Alibaba, o conceito está sendo desenvolvido pela Ant Financial, que detém o maior sistema de pagamento eletrônico da China, que hoje conta com mais de 450 milhões de usuários.

Porém, a boa notícia é que desenvolvedores podem usar a realidade virtual  para diversas outras aplicações como filmes, jogos ou simplesmente a criação de ambientes virtuais como museus ou pontos turísticos.

O Google Cardboard atualmente é a plataforma mais completa e segura para desenvolvimento de aplicativos em VR, tanto em termos de facilidade quanto economia. Com ele é possível:

  • Criar aplicativos que mostrem cenas em 3D com renderização binocular, acompanhem e reajam aos movimentos da cabeça e interajam com aplicativos com este SDK;
  • Importar facilmente seus projetos em 3D do Unity para a realidade virtual no Android e no iOS;
  • Focar na usabilidade geral e evitar as armadilhas comuns da realidade virtual através de diretrizes de design;
  • Conhecer os princípios de design para realidade virtual dentro de realidade virtual com o Cardboard Design Lab.

Mais detalhes podem ser conferidos no próprio site do Google VR. E se achou o artigo interessante, compartilhe-o em suas redes sociais! 

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