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Cabos ópticos OPGW: velocidade, segurança e eficiência na entrega de dados

A distribuição de internet no Brasil vem evoluindo na mesma velocidade em que mais cidades, pessoas e empresas aderem à digitalização. No entanto, a entrega de uma boa velocidade de conexão ainda é um grande desafio. E a pergunta que fica é: como garantir internet de qualidade para todos diante de desafios estruturais e logísticos?

Uma das possíveis respostas para isso está nos cabos ópticos OPGW, que trazem em seu desenvolvimento tecnológico, a capacidade de prover conexão de dados com qualidade em rotas de longa distância e de modo seguro contra falhas ou vandalismos.

O que são cabos ópticos OPGW?

Tecnologia de ponta, os cabos ópticos OPGW são uma inovação diante de cabos normais, como os de cobre pois eles atuam como cabos para-raios da linha de transmissão de energia elétrica, com a função de proteger as linhas de transmissão contra descargas atmosféricas e também possuem em seu interior cabos de fibras ópticas com a função de transmissão de dados em altas capacidades e em altas velocidades.

Sua fibra óptica, cujo tamanho é pouco maior que um fio de cabelo humano, transmite dados em altíssima velocidade utilizando a luz.

As fibras ópticas são acondicionadas em um tubo de alumínio, o qual é envolvido pelos fios de alumínio e aço galvanizados chamados “tentos” que formam o cabo para-raios da linha de transmissão.

O que os difere é a capacidade de transferir dados em grande velocidade, por longas distâncias, sem perder a qualidade. Os cabos ópticos OPGW apresentam excelente performance de transmissão de dados por serem formados por fibras ópticas de baixa atenuação, da ordem de 0,19 dB/Km (na janela de 1550nm).

Como cabos ópticos OPGW garantem a melhor entrega de internet?

Os cabos ópticos OPGW possuem todas as características que estão presentes em uma rede normal de fibras ópticas, como a alta taxa de transmissão de dados, sua imunidade às interferências eletromagnéticas (sem limitações de sinal e ruído, por exemplo) e isolamento elétrico, graças aos materiais dielétricos que fazem parte de sua composição.

Porém, além disso, há outros aspectos que garantem a melhor entrega de dados do mercado. A infraestrutura, por exemplo, é mais segura e confiável para a criação de uma rede óptica de transmissão de dados, pois tem baixíssimo índice de falhas, fazendo com que o sistema de dados tenha uma altíssima disponibilidade.

As condições de instalação também são um fator crucial para a alta qualidade e velocidade na entrega de dados em longa distância, pois estão em um ambiente de acessibilidade controlada (no alto das torres de transmissão de energia) e possuem construção robusta com o objetivo de torná-los imunes às intempéries que os cabos elétricos estão sujeitos.

Inclusive, a disponibilidade dos cabos OPGW é muito superior a qualquer outra infraestrutura de instalação de cabo óptico, como posteação aérea, rodovias, oleodutos ou gasodutos.

O futuro da conectividade no Brasil passa pelos cabos ópticos OPGW

Se há alguns anos a principal virtude para quem lidava com internet era paciência (esperando para que um download pequeno fosse concluído), agora o que está na lista de desejo de todos é o desempenho.

O número de usuários cresceu exponencialmente, assim como suas demandas e a exigência de cada uma delas, como streaming, jogos online e uso de dados móveis.

Os cabos ópticos OPGW fazem o meio de campo para que todas essas necessidades sejam supridas, com alta tecnologia e eficiência na entrega da melhor conexão. 

“Os cabos OPGW são a infraestrutura mais segura e confiável para a criação de uma rede óptica de transmissão de dados, pois tem baixíssimo índice de falhas, fazendo com que o sistema de dados tenha uma altíssima disponibilidade, como é o caso da rede Eletronet, que tem quase a totalidade da sua rede (96%) estruturada em cabos OPGW”, destaca Cassio Lehmann, diretor de marketing e vendas da Eletronet.

Prova disso é que grandes operadoras têm buscado cabos ópticos OPGW para compor uma rede confiável e com alta disponibilidade. De acordo com Lehmann, normalmente, essas empresas apresentam necessidades como longa distância e centro de interesse pautado em grandes capitais.

Mas não são apenas as grandes que buscam esse tipo de solução para atender a demanda de transmissão de dados. Por contar com uma rede de cabos ópticos OPGW com mais de 16 mil quilômetros e 155 POPs, a Eletronet também é procurada por ISPs (Internet Service Provider), que também buscam qualidade e estabilidade, contudo num contexto de menor custo, com o objetivo de atingir as mais diversas regiões do interior do Brasil.

Diante do desafio de um mercado cada vez mais ávido por maiores capacidades de transmissão de dados, a Eletronet iniciou um grande processo de atualização de seus equipamentos e passará a operar com infraestrutura Ciena, uma das melhores do mundo em termos de alta tecnologia e que possibilitará uma utilização mais eficiente de todo o potencial dos cabos OPGW de sua rede. “Isso permitirá atingir 8.8TB de capacidade e atender a nova tecnologia 5G, em todos os 18 estados que atendemos atualmente”, destaca o diretor Lehmann.

Sua empresa já pensou em utilizar os cabos ópticos OPGW para transmissão de dados? Compartilhe suas experiências em nossos comentários.

*Este é um Publieditorial sob responsabilidade de Eletronet

6 tendências que estão transformando o setor de Telecomunicações em 2019

Uma pesquisa feita pelos especialistas globais da CSG reúne 6 novas tendências que estão transformando o setor de Telecomunicações em 2019. Confira a percepção de especialistas sobre os temas quentes do momento.

1. A experiência do cliente continua a moldar a conversa

O ritmo exponencial de mudança impulsionado pelas demandas do consumidor está forçando as empresas a reinventarem os serviços que fornecem e a maneira como são fornecidos.

Com mais de 5 bilhões de usuários móveis no mundo atualmente, não basta que as empresas se concentrem somente em suas redes e tecnologia. É necessário, também, uma mudança fundamental em seus processos e modelos de negócios para fornecer aos clientes uma experiência digital que crie fidelidade à marca e participação na carteira.

Os vencedores na Era Digital serão aqueles que conseguirem simplificar seus processos de negócios antigos, alavancar o poder de novas tecnologias, como cloud e 5G, monetizar novos serviços e transformar terabytes de dados em percepções em tempo real que realmente ofereçam experiências excepcionais aos clientes.
– Brian Shepherd, vice-presidente executivo e presidente do grupo

2. O 5G ganha impulso

Não se espera que o 5G esteja disponível comercialmente até 2020, mas os provedores de serviços não estão esperando chegar o próximo ano para começar a testar novos casos de uso. Nas Olimpíadas, a Korea Telecom e a Intel se uniram para oferecer suporte a streaming 4K e 8K em estações de teste de 5G.

No MWC19, todas as quatro principais operadoras americanas anunciaram sua intenção de lançar o 5G em 2019 e, em outubro de 2018, a Verizon começou a oferecer seu serviço de banda larga 5G Home.

Nós prevemos que o ano de 2019 será o ano em que o 5G será uma realidade. No total, 25 provedores de serviço em todo o mundo planejam lançar o 5G em 2019, com maior velocidade e menor latência, suportando casos de uso como conteúdo imersivo (realidade aumentada, realidade virtual) e vídeo de alta resolução.

E, embora o entusiasmo inicial do setor possa vir de aplicativos de consumo, espere ver alguma movimentação em torno de aplicações específicas de empresas de 5G, como veículos autônomos e comunicações de tipo de máquina maciças (conectando bilhões de sensores e dispositivos).
 – Brice Clinton, Engenheiro Sênior, Ascendon      

3. Blockchain conectará os consumidores com o conteúdo

Conheça o Blockchain para conteúdo. A maioria das pessoas associa a tecnologia Blockchain imediatamente a criptomoedas, especificamente o bitcoin. Essas moedas virtuais e descentralizadas são o uso mais predominante (e óbvio), mas em 2019 o Blockchain permeará outros setores.

À medida que as fontes de conteúdo se tornam menos centralizadas, a capacidade dos criadores de conteúdo irem diretamente aos consumidores e gerarem receita de novas maneiras cresce em conjunto.

Os criadores de conteúdo estão começando a usar o Blockchain para gerar receita, seja por meio da comunidade de fãs que votam em conteúdo e são recompensados por popularidade ou por meio de pagamentos diretos usando moedas próprias criadas no Blockchain. Segura neste conhecimento, a CSG anunciou, em abril, o lançamento do primeiro Laboratório de Tecnologia Blockchain para o setor de Atacado BSS.
 – Chad Dunavant, gerente global de produtos

4. Cidades inteligentes serão construídas

Em 2019, haverá mais de 10 bilhões de conexões IoT em todo o mundo – destas, 4 bilhões serão conexões industriais. Essas conexões industriais são uma parte essencial da captação e a transmissão de dados para alimentar casos de uso de cidades inteligentes, como iluminação inteligente, aquecimento, medição e redes inteligentes.

No passado, as redes dos provedores de serviços não tinham a capacidade ou não conseguiam lidar com a quantidade de dados produzidos pelos dispositivos IoT. Com mais conexões de dispositivos entrando em operação on-line e o desenvolvimento de uma rede 5G pronta para suportar essas conexões, prevemos que a primeira cidade realmente inteligente seja construída em 2019.

Os principais centros metropolitanos em países como os EUA, China e Índia estão liderando suas próprias iniciativas de cidades inteligentes; é somente uma questão de quem chegará em primeiro lugar.
 – Ian Watterson, Chefe das Américas e Ásia-Pacífico

5. Serviço de campo assume um novo papel

À medida que os consumidores começarem a usar mais dispositivos conectados, os técnicos de serviço de campo necessitarão de capacidade para gerenciar todos os dispositivos recém-conectados. Conforme mostrado em nossa pesquisa de serviços conectados realizada no ano passado, 84% dos consumidores disseram que gostariam de ter ajuda de um recurso técnico qualificado para conectar somente de dois a cinco dispositivos.

Em 2019, prevemos que os técnicos de serviço de campo terão funções expandidas, indo além de um decodificador para dispositivos como smartphones, lavadoras e secadoras. Também esperamos que os técnicos forneçam aos consumidores mais experiências semelhantes ao Uber, onde eles possam visualizar o status do técnico, tempo da unidade e realizarem agendamentos sob demanda. Os técnicos também poderão usar realidade aumentada e virtual para auxiliá-los na instalação e reparo de dispositivos.
– Lonnie Mahrt, chefe de gerenciamento de comunicações do cliente

6. Adeus “Transformação Digital, olá “Jornada Digital”

Em 2019, os produtores perceberão que a transformação digital não é um termo geral que se aplica a todos. Cada empresa é diferente, com seu próprio conjunto de necessidades e desafios. Em vez disso, as empresas estarão em uma “jornada digital” contínua, em que adotam uma abordagem flexível para as ondas contínuas de inovação que dão suporte aos resultados de negócios centrados nos benefícios do cliente. E, por sua vez, fomentando a fidelidade à marca e aumentando as oportunidades de receita.
– Haifa El Ashkar, diretor executivo, Serviços Gerenciados

 *Este é um Publieditorial sob responsabilidade de CSG